
A 4 patas decidiu ao fim destes anos todos, que afinal gosta de festas e mimos. Parece fácil e agradável mas não é. Sobretudo se os desejos a invadem a meio da noite, e os seus quilos decidem passear em cima da minha barriga. Acordar com uma lixa humida a lamber-me a cara é uma sensação carinhosa indiscritível (blerght!).
Para ajudar à festa, as festas têm de ser comedidas e só podem durar o tempo que sua excelência bem entende. É qualquer coisa como: olá cá estou eu, quero colinho agora, sim aqui, mais para o lado da orelha, repara na minha cabeça, já arranquei com o motor, estou a fazer ronron...E de repente quando tudo parecia azul, eis que o seu saco de mimos está cheio sem aviso prévio. Segue-se uma dentada valente numa mão ensonada e um resmungo à cão. Nesta parte os defensores dos direitos dos animais vão-me desculpar mas ela perdeu todos os direitos e chego-lhe a roupa ao pelo. Isto implica sair da cama e com o frio que tem estado...tenho tido umas noites alucinantes.
Eu sei, eu só moro cá em casa porque ela deixa, mas estou sempre a esquecer-me disso...
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